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  Nesta seção apresentamos artigos de especial aplicação ou interesse para os mercados financeiros brasileiros e emergentes em geral. Em cada ficha de artigo além do seu título e autor, o usuário encontra um breve resumo do seu conteúdo. Ao clicar o ícone ao lado direito de cada ficha, inicia-se o download do arquivo PDF do artigo.

Descontinuidades e Regimes de Volatilidade no Apreçamento de Derivativos
Apreçamento de Contratos de Volatilidade a Termo no Mercado Brasileiro
Apreçando Derivativos de Crédito no Brasil
Pricing and Hedging Brazilian Currency Options
Análise do Modelo Hull-White para o Mercado Brasileiro de Derivativos de Taxas de Juros
Seriam os Retornos de Alta Frequência do IBOVESPA Gaussianos ? Uma Abordagem Não-Paramétrica
Gestão de Risco de Portfólios de Ativos e Derivativos de Renda Fixa
Hedge dos Movimentos da Superfície de Volatilidade Implícita das Opções Cambiais
Correlações Emergentes: Um Estudo Comparativo das Estruturas de Correlações de Crédito Empíricas e Regulatórias do Segmento de Pequenas e Médias Empresas (PME) no Brasil

Descontinuidades e Regimes de Volatilidade no Apreçamento de Derivativos
Autor: Jorge C. Kapotas

 Os saltos historicamente fazem parte do corpo da teoria das dinâmicas de apreçamento de ativos desde os anos setenta. Mais recentemente, esforços tem sido direcionados no desenvolvimento de um arcabouço teórico que trate da volatilidade estocástica no apreçamento de derivativos. Este trabalho pretende conjugar e investigar os efeitos que os saltos e a volatilidade estocástica podem simultaneamente exercer na avaliação de opções em geral, sob diferentes cenários.


 Palavras-chave: derivativos, opções, saltos, descontinuidades, saltos, volatilidade estocástica .
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Apreçamento de Contratos de Volatilidade a Termo no Mercado Brasileiro
Autores: Jorge C. Kapotas, Pedro Paulo Schirmer e Sandro M. Manteiga

 Neste trabalho, considera-se o apreçamento de uma classe de derivativos de volatilidade, os swaps de variância. O valor justo de um swap de variância é o valor esperado da variância realizada a termo. Esta esperança é calculada a partir de uma opção com “pay-off“ logarítmico, que por sua vez é replicada usando-se preços reais de mercado. Aplicações no mercado brasileiro são desenvolvidas na segunda parte deste artigo.


 Palavras-chave: IVOL, derivativos de volatilidade, swaps de variância, volatilidade a termo, VOI, VIX.
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Apreçando Derivativos de Crédito no Brasil
Autor: Jorge C. Kapotas, Pedro Paulo Schirmer e Marcelo M. Taddeo

 Neste trabalho são apresentados os principais modelos de apreçamento de
instrumentos de crédito, onde desenvolvem-se as equações de preço de
debêntures. Para tal fim utilizam-se os modelos estruturais, de intensidade
e, finalmente, de rating. A seguir, define-se um derivativo de crédito
(CDS) e deriva-se sua fórmula de apreçamento. Concluímos este artigo com uma
aplicação para o mercado brasileiro.


 Palavras-chave: derivativos de crédito, debêntures, swap de crédito, spreads.
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Pricing and Hedging Brazilian Currency Options
Autor: João Amaro de Matos, Jorge C. Kapotas, Pedro Paulo Schirmer

 We consider the impact on the pricing and hedging of Brazilian foreign exchange options due to the direct action of Brazilian monetary authorities. Currency options in Brazil are denominated in terms of the averaged PTAX800 U.S. Dollar / Brazilian Real exchange rate. The computations suggest that Brazilian PTAX800 options are some kind of hybrid instruments behaving like a plain European option at longer expirations and behaving like an Asian option as expiration approaches. The impact of this effect in the pricing and in the hedging of such options is measured as a function of the number of days to expiration.


 Palavras-chave: PTAX , currency options, exotic options.
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Análise do Modelo Hull-White para o Mercado Brasileiro de Derivativos de Taxas de Juros
Autor: Leonardo de Almeida, Pedro Paulo Schirmer, Joe Yoshino

 Com altas taxas de juros e grande volatilidade, e baixa liquidez a modelagem do mercado de renda fixa brasileiro torna-se complexa. Um dos desafios da engenharia financeira reside na implementação de modelos que capturem estes fenômenos. Este trabalho analisa em detalhe a implementação de um modelo Hull-White de um fator para as opções de IDI da BM&F. O procedimento que se apresenta, permite estimação endógena dos parâmetros de reversão a média e volatilidade do modelo, apesar da baixa liquidez do mercado de opções de IDI.


 Palavras-chave: modelo de Hull-White, opções de DI, calibração, derivativos de taxa de juros.
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Seriam os Retornos de Alta Frequência do IBOVESPA Gaussianos ? Uma Abordagem Nâo-Paramétrica
Autor: Flávio Henn Ferreira, Jorge C. Kapotas, Marcelo M. Taddeo

 Nas duas primeiras seções desse trabalho são apresentados alguns dos principais métodos de suavização aplicados na estimação de densidade
de probabilidades por métodos não-paramétricos. Em seguida uma aplicação aos retornos de alta frequência do IBOVESPA é desenvolvida com o objetivo de estimar as distribuicões dos log retornos do índice.


 Palavras-chave: estimação de densidade, métodos não-paramétricos,
kernel e log-spline.
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Gestão de Risco de Portfólios de Ativos e Derivativos de Renda Fixa
Autor: Mariela Fernández, Jorge C. Kapotas, Pedro Paulo Schirmer

 Este trabalho apresenta uma abordagem quantitativa para o gerenciamentode risco de carteiras com ativos e derivativos de Renda Fixa.
Um modelo de fatores primitivos de risco é implementado e utilizado para marcação a termo de carteiras de Renda Fixa através de métodos de Monte-Carlo. As distribuições para os valores das carteiras são apresentadas e analisadas.


 Palavras-chave: Gestão de Risco, Value at Risk, Análise de Componentes Principais, Ornstein-Uhlenbeck, Reversão à Média, Derivativos de Renda Fixa.
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Hedge dos Movimentos da Superfície de Volatilidade Implícita das Opções Cambiais
Autor: Tatiana Iwashita, Jorge C. Kapotas, Pedro Paulo Schirmer

 Este trabalho apresenta uma aplicação da técnica de análise dos componentes principais na determinação dos coeficientes dos fatores primitivos de risco da superfície de volatilidade implícita das opções cambiais brasileiras. Com a determinação dos factor loadings dos componentes principais, desenvolvem-se estratégias de hedge da volatilidade implícita para opções ilíquidas de balcão.


 Palavras-chave: Superfície de Volatilidade Implícita, Análise de Componentes Principais, Hedge de Volatilidade.
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Correlações Emergentes: Um Estudo Comparativo das Estruturas de Correlações de Crédito Empíricas e Regulatórias do Segmento de Pequenas e Médias Empresas (PME) no Brasil
Autor: Jorge C. Kapotas, Gedson O. Santos, Pedro Paulo Schirmer

 Este trabalho apresenta uma análise das correlações reais implícitas em uma carteira de exposições de crédito de pequenas e médias empresas (PME). As correlações empíricas são obtidas através de estimativas de máxima verossimilhança sintetizadas a partir do modelo unifatorial assintótico de Vasicek e comparadas às correlações regulatórias do segmento PME, adotadas pelo Comitê da Basiléia para cobertura de risco de crédito na abordagem IRB. Uma análise do comportamento das correlações amostrais em função do tamanho e da qualidade de crédito da contraparte é também desenvolvida. Para tanto, a carteira de exposições de crédito, foi segmentada em sub-carteiras, de acordo com a qualidade do crédito ou rating e tamanho ou faturamento da contraparte. Os resultados obtidos neste trabalho confirmam as principais evidências apresentadas em trabalhos análogos internacionais.


 Palavras-chave: Alocação de capital, ponderação de risco, correlações de crédito, abordagem IRB, segmento PME.
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